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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Os 10 tipos de alimentos mais prejudiciais à saúde.


O que não mata, engorda, diziam nossas mães. Ou nós mesmos, quando queremos comer o salgadinho que caiu no chão. O problema é que algumas coisas não só engordam (e muito), como também podem matar aos poucos.
Mas não precisa ficar desesperado. Isso que não quer dizer que não podemos mais comer aquela porção de batata frita ou aquele docinho na sobremesa.  “Nada é proibido, mas esses alimentos devem ser consumidos com menor frequência. Uma medida razoável é incluir um deles no cardápio uma vez por semana. Mas só um deles. Comer cachorro-quente com batata frita, por exemplo, nunca”, explica Flavia Morais, coordenadora do departamento de nutrição da rede de produtos naturais Mundo Verde. A dica dela é olhar o rótulo do produto para checar seus ingredientes. E fique atento: o primeiro item da lista de ingredientes, geralmente, é o que está presente em maior quantidade na comida. Portanto, se açúcar ou gordura estiverem no topo da lista na embalagem, talvez seja melhor procurar uma opção mais saudável.
Com a ajuda de nutricionistas, listamos os 10 tipos de alimentos mais prejudiciais à saúde.  Cuidado com eles!
1- Refeições prontas congeladas


Você chega em casa morrendo de fome e está cansado demais para cozinhar algo. Então, olha para o microondas, lembra-se da lasanha congelada que tem no freezer e bendiz essa tecnologia linda que facilita a sua vida. Mas é bom não se empolgar tanto. Esse tipo de alimento semi-pronto é rico em gordura saturada, que faz subir os níveis do colesterol ruim e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.  “Tais refeições também são ricas em sódio que, em excesso, pode ocasionar aumento da pressão arterial”, afirma a nutricionista Thais Souza. Resolveu trocar pela pizza? Não adianta. O risco é, basicamente, o mesmo.
2- Embutidos (salsicha, linguiça, mortadela, presunto, salame)

Calma, vinho pode. 
Ok, você não é adepto dos congelados, mas adora um lanchinho de mortadela. Ou um cachorro-quente. Sentimos informar, mas você não está em uma situação melhor, não.   “Esses alimentos à base de carne, conhecidos como embutidos, foram inventados para facilitar as preparações e aumentar o prazo de validade do alimento. O problema é que eles possuem maior teor de gordura saturada em relação à carne natural”, explica Thais Souza. Esse tipo de gordura, encontrado principalmente em produtos de origem animal,  traz riscos à saúde quando ingerido em excesso, pois estimula o aumento dos níveis de colesterol e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os embutidos também contêm excesso de sódio  – o que pode provocar pressão alta – e corantes – que podem causar alergias e problemas no estômago. Por fim, ainda há ali muitos conservantes, como o nitrito e o nitrato. No nosso organismo, eles são convertidos em substâncias potencialmente cancerígenas.
3- Caldos e temperos industrializados
Decidiu cozinhar? Bom para você. Mas vai aqui outra dica: faça seu próprio tempero e esqueça os industrializados. Eles possuem altos teores de sódio e glutamato monossódico. O sódio, se consumido além dos limites diários recomendados, pode levar ao desenvolvimento da hipertensão ou piorar o problema se ele já existe. O problema do glutamato é ainda pior: estudos têm mostrado que o nosso organismo o utiliza como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e seu consumo tem sido associado com dificuldades de aprendizado, Mal de Alzheimer, Parkinson e câncer.
4- Biscoito recheado
Essas pequenas tentações com recheio de chocolate, morango ou o que for são inseparáveis de tardes ociosas na frente da televisão assistindo a algum filme sobre uma galera do barulho aprontando altas confusões. “Carregadas com açúcares, essas pequenas guloseimas possuem densidade energética assustadora”, diz o nutricionista Rafael Moreira Claro, Pesquisador do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP. Além do excesso de açúcar, os biscoitos recheados ainda contêm muita gordura saturada, o que favorece o aumento do LDL (o “colesterol ruim”) e a diminuição do HDL, considerado o “colesterol bom”. O desequilíbrio nas taxas de colesterol é fator de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares graves. E, para completar, os aditivos usados para dar cor a essas bolachas também são prejudiciais à saúde e estão associados à hiperatividade e déficit de atenção.
5- Salgadinhos
É isso mesmo. Outra delícia perigosa que adoramos consumir em momentos de ócio. Os salgadinhos também são fontes de glutamato monossódico, aquele  sal sódico que cria um sabor mais encorpado ao produto. Mas você já viu lá no item 3 do que esse composto é capaz.
6- Refrigerante
“Além de possuir muitas substâncias artificiais em sua composição, o refrigerante contém valor nutricional quase nulo”, afirma Thais. As variações cola, em especial, têm uma grande quantidade de fosfatos, que em excesso provocam a liberação do cálcio e o consequente enfraquecimento dos ossos, facilitando a incidência de doenças como a osteoporose. “Além de ser rica em açúcar, a bebida tem a capacidade de enganar os sistemas orgânicos relacionados ao controle das calorias ingeridas, apresentando íntima relação com o ganho excessivo de peso e a obesidade”, acrescenta Rafael Claro.
E, a menos que você seja diabético, não adianta tentar os diet – eles são ainda piores! “Refrigerantes contêm muitas substâncias químicas, mas pelo menos são feitos com açúcar, que é algo que o corpo reconhece e pode digerir. Já os refrigerantes diet, além de todas essas substâncias, ainda contêm aspartame como adoçante. Sua metabolização gera metanol, substância tóxica para os neurônios que, em excesso, provoca degeneração neural e está relacionada a doenças como mal de Alzheimer”, explica Flavia Morais.
Carlos Gouvêa, presidente da Associação Brasileira da Indústria Brasileira para Fins Especiais e Gongêneres, discorda. Para ele, o resíduo de metanol que resulta da metabolização do aspartame não é o suficiente para fazer mal à saúde. “Mesmo com a ingestão do aspartame na dosagem máxima diária recomendada, estamos falando de uma dose 200 vezes inferior à considerada tóxica para o ser humano. Apenas 10% em massa do aspartame (que já é usado em quantidade 200 vezes menor que o açúcar) resulta em metanol no intestino delgado”, diz Gouvêa. E completa: “Os adoçantes aprovados pela ANVISA para uso em bebidas no Brasil tiveram sua segurança confirmada por órgãos internacionais de referência no assunto e sua recomendação de uso não se limita a diabéticos mas a qualquer um que queira controlar a quantidade de açúcar ingerida.”.
7- Frituras
Mesmo que você use óleo vegetal de boa qualidade para fritar suas batatas ou bife, comer alimentos fritos faz mal. A fritura faz com que ocorram alterações químicas no óleo utilizado, deixando de ser uma fonte de gordura insaturada (no caso dos óleos vegetais), fundamental para nossa saúde, e dando lugar à gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. Esse processo pode também promover a formação da gordura trans, que está diretamente relacionada ao aumento de doenças cardiovasculares e à piora do quadro de saúde de uma maneira geral. Além disso, o calor extremo estraga a estrutura química da molécula de gordura, produzindo uma substância potencialmente cancerígena chamada acroleína.
8- Churrasco
Ok, fritar é ruim. Mas tome cuidado quando decidir fazer um churrasco também. Nesse caso, o problema está no processo de preparação, e não com o alimento: segundo a nutricionista Thais, a fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias com alto potencial cancerígeno.
9- Margarina
De novo, o colesterol. A maior parte das margarinas é feita com óleos vegetais líquidos hidrogenados – que são gordura trans. Essas gorduras não são reconhecidas pelo organismo, que não o metaboliza. Isso provoca acumulação de gordura na região abdominal e promove o aumento dos níveis de colesterol ruim e do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

10- Açúcar
“O açúcar, em especial o refinado, é 100% caloria, sem valor nutricional”, afirma a nutricionista Thais. Sim, ele torna a vida e os alimentos mais doces e tudo mais. Mas, quando consumido em excesso, é armazenado em nosso corpo sob a forma de triglicérides, aumentando o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Além disso, por ser calórico, pode levar à obesidade e, com ela, aumentar o risco de diabetes, hipertensão e dislipidemias.
Segundo os nutricionistas, tanto a sacarose (açúcar de mesa) quanto os açúcares de uso industrial estão relacionados à má qualidade da saúde. Então, já viu: nada de adoçar demais o cafezinho.

sábado, 20 de abril de 2013

Sabia que ficar muito tempo sentado faz mal?

Resultado de pesquisa recente afirma que passar muitas horas do dia sentado pode reduzir nossa expectativa de vida.

Ficar por longo tempo sentado pode ser mais prejudicial a saúde do que pensávamos, em pesquisa foi descoberto que a cada hora que uma pessoa passa sentada depois dos 25 anos reduz sua expectativa de vida em 21 minutos, dez minutos a mais que fumar um cigarro, diz uma pesquisa australiana que acaba de ser divulgada.
FICAR-MUITO-TEMPO-SENTADO

Corpo humano simplesmente não foi projetado para passar tanto tempo senta

Esse é o segundo estudo em apenas um mês a concluir que passar muito tempo sentado eleva os riscos de diabetes e doenças cardiovasculares, além de encurtar a vida significativamente.
A pesquisa foi desenvolvida por Jacob Veerman, da Universidade de Queensland, na Austrália, e publicada no “The British Journal of Sports Medicine”.
Veermant, que é médico e especialista em modelagem preditiva – uso de estatísticas para fazer previsões -, usou dados de 12 mil australianos coletados por um levantamento nacional sobre diabetes, obesidade e estilo de vida. Os entrevistados responderam perguntas sobre seu estado de saúde, doenças que já tiveram, frequência em que se exercitavam, tabagismo e hábitos alimentares. No meio do questionário, a pergunta-chave: quantas horas de televisão você assiste por dia?
O objetivo não era medir o tempo em frente à tela especificamente, e sim chegar a um número aproximado da quantidade de horas que a pessoa passava sentada. Com esses dados em mãos, os pesquisadores tentaram isolar o fator de risco trazido pela longa permanência sentado de outros hábitos pouco saudáveis como fumar e não se exercitar.
A conclusão foi que um adulto que passa seis horas diárias sentado em frente à TV deve viver quase cinco anos a menos que uma pessoa que não assiste televisão. A previsão se aplica mesmo aqueles que fazem exercícios regularmente.
Outro estudo sobre o tema foi publicado no jornal científico “Diabetologia”, da Associação Europeia de Estudo em Diabetes, e revisou 18 pesquisas que levavam em consideração não apenas o período em que a pessoa permanece sentada em frente à TV como também o tempo sentado no trabalho. Somados, os 18 estudos tinham uma base de 794.577 entrevistados.
“Um adulto passa entre 50 e 70% de seu dia sentado”, afirma Emma Wilmot, endocrinologista da Universidade de Leicester, na Inglaterra, que conduziu a pesquisa. Em entrevista  ela disse que o corpo humano simplesmente não foi projetado para passar tanto tempo sentado.
“Quase todos os empregos hoje em dia obrigam as pessoas a ficarem sentadas na frente de uma tela. Quando saem do trabalho, o que elas fazem? Jantam, vão ao cinema, leem, assistem TV. Ou seja, continuam sentadas”, diz Wilmot.
O estudo inglês afirma que pessoas que passam mais de sete horas diárias sentadas têm um aumento de 112% no risco de desenvolver diabetes, 147% no risco de doenças cardiovasculares e 49% no risco de morrer prematuramente mesmo que se exercitem regularmente.
O que os médicos ainda não sabem exatamente é por que uma atividade tão trivial quanto sentar seria prejudicial ao corpo.
Uma das possíveis explicações é a a ausência prolongada de contrações dos músculos esqueléticos, sobretudo nos músculos mais longos das pernas. “Quando o músculo não se contrai, ele consome menos energia. Essa energia se acumula no sangue na forma de açúcar, elevando o risco de diabetes e de outras doenças”, explica Veerman em entrevista à Folha.
“Depois de meia hora sentado o corpo liga o ‘modo repouso’ e a taxa metabólica cai”, explica João Eduardo Salles, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes e professor da Santa Casa de São Paulo.
Ficar de pé evita essa queda pois o músculo permanece rígido, o que consome mais energia. “De pé a mudança de posição é mais frequente, a pessoa se movimenta involuntariamente”, diz Salles.
Mas pense bem antes de aposentar as cadeiras de casa. Para Raquel Casarotto, professora de fisioterapia da USP, soluções como trabalhar em pé usando mesas altas não são vantajosas. “Quem trabalha de pé sente dores nas pernas. Aqueles que precisam digitar nessa posição, em estações de trabalho altas, sobrecarregam a coluna, os braços e o pescoço”, explica. “O ideal é se movimentar. Se for para ficar parado é melhor sentar”, conclui.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Previna O Câncer Pela Alimentação.



A escolha dos alimentos é muito importante para sua saúde. Uma alimentação equilibrada diminui o risco de doenças, entre elas o câncer. Alguns tipos de câncer podem estar relacionados com a alimentação, por isto, devemos selecionar o que comemos, protegendo nossa saúde. Comer bem não significa comer muito, nem tirar alimentos do dia a dia. O segredo é equilibrar, variando e combinando alimentos entre si: água, proteínas, gorduras,doces, vitaminas e sais minerais.



Fatores alimentares que podem aumentar o risco de câncer

Gorduras: Principalmente se forem de origem animal, como manteiga, banha, bacon (toucinho),creme de leite, gordura de carne etc., consumidas em excesso, podem aumentar o risco decâncer de mama, próstata, intestino e útero.

Alimentos coloridos artificialmente (anilinas): Doces, balas, sucos, gomas de mascar,sorvetes, refrigerantes etc., possuem substâncias que podem provocar câncer de bexiga.
Alimentos defumados, muito salgados e em conservas consumidos em excesso, aumentam o risco de câncer de estômago, esôfago, fígado e intestinos.
Reduza, 
portanto o consumo de salames, mortadela, salsicha, bacalhau e outros peixes salgados,assim como carnes para feijoada, carne seca, carne de sol etc. Diminua também o consumo dechurrascos. Ao prepará-los, procure fazer com que as carnes não sejam impregnadas pela fumaçae fiquem o mais distante possível do fogo.

Alimentos mofados: Observe bem a qualidade e a data de validade dos alimentos. 
O bolor de amendoim, por exemplo, é cancerígeno. Outras substâncias prejudiciais à saúde podem ser encontradas em alimentos deteriorados.

Fatores alimentares que reduzem o risco de câncer: Existem alimentos que agem como uma vassoura, limpando o organismo de substâncias que podem provocar o câncer, como o alho, cebola, brócolis, repolho, couve-flor, azeite de oliva, entre outros. Alimentos constituídos por fibras, como o trigo, são também muito importantes na prevenção. Fibras são abundantes em: pão preto (broa), milho, feijão, soja, grão de bico, lentilha, aveia, farelo de trigo, frutas, verduras e legumes.

Frutas, legumes e cereais integrais reduzem o risco de câncer, pois estes são ricos em vitaminas e outros fatores que protegem as células sadias da ação dos agentes cancerígenos, tornando-as mais resistentes colaborando assim, para o bom funcionamento dos intestinos.

Aprenda a conhecê-los:

VITAMINA A: Em vegetais e frutas amarelas e verde escuro como: abóbora, cenoura, couve, espinafre, agrião, laranja, mamão, manga, acelga, alface etc., e também na gema de ovos, queijo, leite , peixe, fígado e rim.

VITAMINA C: Em frutas ácidas como: laranja, limão, acerola, kiwi etc. Em verduras como:brócolis, cebola, couve, pimentão, espinafre etc.

VITAMINA E: Em grãos e cereais: arroz, aveia, soja, milho, feijão. Em peixes, carnes, ovos, leite, etc. Em folhas verdes: almeirão, agrião, couve, repolho, etc..
CASCAS E BAGAÇO DE FRUTAS: contêm celulose, que é essencial para o trânsito intestinal.
Dicas para o dia-a-dia: Procure comer todos os dias porções de frutas e verduras. Cada porção corresponde a meia xícara de café. Varie na cor e na forma de preparar os alimentos: um verde e um amarelo, um cru e um cozido. Dê preferência aos sucos naturais, frutas e vegetais crus, não esquecendo dos cuidados de higiene para evitar doenças (cólera, hepatite, verminose). Evite cortá-los muito tempo antes do consumo, para que não percam suas propriedades nutritivas. Cozinhe verduras e legumes por pouco tempo, com panela tampada e pouca água. Utilize a água que cozinhou os alimentos para preparar outros pratos, aproveitando assim as vitaminas. Aproveite os talos, folhas, sementes, cascas e bagaços das verduras, frutas e legumes, pois são riquíssimos em fatores de proteção. Prepare pratos e enriqueça sopas com eles. Abuse das saladas, mas evite os molhos com maionese. Abuse do feijão e do milho no seu dia a dia. Coma com mais freqüência alimentos preparados com farinha de trigo integral, grão de bico, aveia, lentilhas, castanhas e frutas secas. Prefira as carnes brancas como frango sem pele e peixes. Use leite desnatado ou com pouca gordura. Alimentos que não forem consumidos na hora, devem ficar na geladeira ou bem tampados para que não se contaminem.

Cuidados Especiais:

Controle seu peso: Limite o consumo de doces e massas e faça exercícios regulares de acordo com a sua idade e condição física, mas antes, consulte o médico.
Não tome cápsulas de vitaminas e minerais, sem antes consultar o médico.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Café sem culpa.


Novas pesquisas garantem: o café sai do papel de vilão para encarar um mocinho aliado da sua saúde. Mas antes de brindar a notícia, encontre a medida que pode beneficiar o seu organismo.



Apreciado, amplamente consumido, saboreado de várias maneiras, o café faz parte da alimentação brasileira. Mesmo quem não toma costuma apreciar seu cheirinho agradável. E quem toma normalmente o faz diariamente. Puro, com leite, de manhã, de tarde, de noite, com sorvete, quente, morno, frio. O café está no topo dos alimentos mais consumidos. No mundo todo, só as plantas para fazer refrigerantes de cola e o chá ficam no mesmo patamar do café em termos de vegetais campeões de consumo.
Assim, nada mais útil do que entender um pouco aquelas xícaras esfumaçadas e saber quais são suas propriedades e efeitos para a saúde. “Café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional — que previne doenças — ou mesmo nutracêutica — nutricional e farmacêutica. Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também outros componentes”, atesta a nutricionista Priscila Maximino, da Nutrociência, em São Paulo.
Além da cafeína
Potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais estão presentes no grão, embora em pequenas quantidades. Aminoácidos, proteínas, lipídios, além de açúcares e polissacarídeos também o compõem. Mas nem todas essas substâncias permanecem nas mesmas quantidades quando o café passa pelo processo de torrefação. Alguns deles chegam até mesmo a ser destruídos por completo se os grãos são torrados excessivamente.
O DIAMANTE DOS CAFÉS
Pode parecer piada, mas não é. O café tido como o mais saboroso e raro do mundo é colhido das fezes de um animal. Sim, o Kopi Luwak ou Café Civeta é proveniente da Indonésia. O animal, chamado civeta e com aparência que lembra uma doninha, faz o que as melhores tecnologias de produção de café fazem, com um diferencial: separa o grão da polpa dentro do corpo adicionando substâncias excepcionais. O civeta colhe minuciosamente os frutos mais doces e coloridos do café. Depois de engoli-los, os frutos permanecem no sistema digestório do animal, onde bactérias específicas fermentam a polpa, unidas à ação de enzimas digestivas. Ao defecar, os grãos saem intactos, porém acrescidos de características inigualáveis (também, pudera...). É então que entra a mão do homem, literalmente recolhendo das fezes do civeta os grãos de café. Segundo relatos, o café preparado com o Kopi Luwak tem aroma intensamente agradável e sabor parecido com o de chocolate. São produzidos apenas 230 quilos por ano. Ah! além de ser o mais saboroso e raro do mundo, obviamente também é o mais caro. O quilo sai por cerca de R$ 1.500.
Geralmente, os grãos do café tipo Arábica, que é o mais usado para fazer o pó, passam por uma torrefação a 220ºC entre 12 e 15 minutos. No Brasil, os grãos passam, em média, por uma torrefação a 180ºC, durante cerca de 20 minutos. É considerado um tempo excessivo. Por isso, aqui o café costuma apresentar menor grau de qualidade, tanto nas propriedades nutritivas quanto no aroma, cor e sabor.
Por um lado, a torrefação é a responsável pelo fato de o café ser pouco calórico. Afinal, parte dos lipídios, aminoácidos e açúcares são eliminados no processo. Por outro, aumenta a concentração de cafeína, que não se perde.

Combate à depressão
Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.
Uma das ações da cafeína se dá sobre os quadros de depressão. E, nesse sentido, o café parece ser um aliado importante no combate à doença. “A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central e, em pequenas doses, pode trazer uma sensação de bem-estar, disposição e ânimo”, pondera Ricardo Borges, nutrólogo e coordenador do Centro de Nutrologia e Nutrição Clínica de Ribeirão Preto.
Quando a bebida viciaA estudante Mariana Monteiro, de 20 anos, que o diga. Ela não consome café com exagero. Apenas uma xícara de manhã e outra no fim da tarde. Mas faz questão de ter sua dose de ânimo diariamente. “É um prazer indescritível. Eu me sinto mais disposta e até mais bem humorada”, conta.
No entanto, quando Mariana não tem à disposição sua costumeira xícara, que é bem quente, forte e com pouquíssimo açúcar, os efeitos são totalmente adversos. “Quando fico sem tomar café, a primeira coisa que sinto é uma dor de cabeça relativamente fraca, mas chata. Fico muito malhumorada, sem paciência e inquieta”, revela a estudante.
É comum que as pessoas habituadas a tomar doses diárias de café relatem dor de cabeça quando não o consomem. Segundo Borges, “a cafeína causa dependência física. O corpo precisa dela e, se não a ingere, a pessoa passa por um período de abstinência”.
Tratando-se ainda do sistema nervoso, também há indícios de que a cafeína possa reduzir a incidência da doença de Alzheimer. Porém, estudos nessa direção ainda são experimentais, feitos com animais, e não é possível especular sobre os mesmos efeitos em seres humanos.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Cuidado com a dor de cabeça.


Ela pode ser o sinal de que alguma coisa não anda bem no seu corpo.



Dores de cabeça são terríveis. Há pouco a ser dito sobre aquela dor devastadora ou latejante no crânio, que faz qualquer um estremecer ou gemer só de se lembrar dela.
Ainda assim, dores de cabeça dizem muito sobre uma pessoa. Podem indicar que você está fazendo algo que não é bom para a saúde do seu corpo. A dor de cabeça pode, também, ser um aviso, um sinal de altera de algo mais sério está acontecendo.
“A dor de cabeça pode ser um sintoma de um distúrbio orgânico simples, uma doença série e complicada, ou pode ser uma característica individual, como a cefaleia tensional ou a enxaqueca” explica Seymour Diamond, diretor da Clínica de Dor de Cabela Diamond e da unidade de Cefaleias do Hospital Saint Joseph, em Chicago (EUA). “Existem múltiplas causas e variantes de dor de cabeça”.
Ellen Beck, professora de medicina preventiva e da família da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA) esclarece: em geral, as pessoas têm dois tipos de dor de cabeça: aquelas que resultam de tensão muscular, conhecidas como cefaleias tensionais, e as dores de cabeça causadas pela expansão dos vasos sanguíneos em tecidos ao redor da cabeça, chamadas de cefaleias vasculares.
“Essas dores de cabeça podem ser uma pista de que algo na sua rotina está gerando estresse ou prejudicando seu corpo”, diz Beck.
As causas de dor de cabeça geradas pelo estilo de vida podem incluir:
- Não comer o suficiente
- Desidratação
- Postura incorreta na estação de trabalho
- Fadiga ocular
“A cefaleia pode ser uma mensagem do corpo. E o médico não deve apenas tratar o problema com remédios. Deve bancar o detetive e tentar descobrir o que está causando a dor” afirma Beck.
A médica cita o exemplo de um aluno de faculdade que apareceu no consultório reclamando de dores de cabeça frequentes e intensas. Ela fez algumas perguntas e descobriu o que havia uma explicação simples para a dor do rapaz.

“Ocorre que ele estava estudando e trabalhando tanto que se esquecia de comer e fazia apenas uma única refeição à noite. Quando começou a se alimentar mais regularmente a dor foi embora.”
Uma forma terrível de cefaleia vascular é a enxaqueca. Pessoas que a têm dizem que o problema pode ser debilitante. Ataques não tratados com medicação podem durar de quatro horas e três dias, de acordo com o Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos dos Estados Unidos.
A dor da enxaqueca difere significantemente da cefaleia tensional. “Na dor de cabeça tensional a pessoa sente como se tivesse uma faixa apertada ao redor da cabeça e são comumente acompanhadas de fadiga” explica Beck.
“As enxaquecas não são todas similares. Elas são como um martelo batendo direto no crânio. Algumas ocorrem apenas de um lado da cabeça e outras vêm acompanhadas de náuseas”.
O trabalho de investigação que as pessoas precisam fazer em relação às enxaquecas é aprender a identificar os sinais de alerta e descobrir os gatilhos das crises. Aprendendo a decifrar os sinais de um ataque iminente de enxaqueca é possível tomar alguma medicação que bloqueie a dor antes dela começar. E se for possível descobrir os motivos que desencadeiam as crises, talvez seja possível evitá-las.
Veja alguns sinais da enxaqueca:
- Aura no campo de visão
- Dificuldades para falar
- Sentir o odor de algo que não está perto (ex: laranjas)
- Confusão
- Náusea
- Perda de apetite
- Sensibilidade à luz ou ao barulho
Os gatilhos mais comuns da enxaqueca são:
- Certas comidas (varia de acordo com a pessoa)
- Odores fortes ou fumaça
- Transtornos de humor, como depressão e ansiedade
- Pular doses de algum medicamento
- Baixas taxas de açúcar no sangue (hipoglicemia)
- Mudanças súbitas no tempo
- Luzes muito brilhantes ou que piscam
- Menstruação ou outras mudanças hormonais
Alguns sinais podem indicar uma condição médica séria, como um tumor ou um aneurisma. A luz vermelha deve acender quando você sentir:
- Uma dor de cabeça intensa, que você nunca sentiu antes
- Dor de cabeça que não responda a nenhum tratamento ou medicação
- Dor de cabeça que acorde você do sono
- Febre acompanhada de dor de cabeça
- Confusão ou sintomas neurológicos, como paralisia, junto com a dor de cabeça
“Essas dores de cabeça perigosas são raras, mas os médicos preferem identificá-las o mais rápido possível. Se algo está preocupando você, é melhor ir ao médico” aconselha Beck.
Diamond concorda. “Se você está tendo mais de quatro crises de dor de cabeça por semana, ou está tomando analgésicos em excesso, ou diariamente, deve procurar tratamento adequado.”
* Por Dennis Thompson

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Campanha de vacinação contra gripe inicia hoje em 65 mil postos pelo país.


Ministério da Saúde vai distribuir 43 milhões de doses de vacina.
Público-alvo inclui gestantes, idosos com 60 anos ou mais e indígenas.


A campanha nacional de vacinação contra a gripe, que começa nesta segunda-feira (15) e vai até o dia 26 de abril, oferecerá imunização gratuita em 65 mil postos de saúde de todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
Em sua 15ª edição, a campanha tem como público-alvo gestantes, indígenas, presidiários, profissionais de saúde, idosos com 60 anos ou mais e crianças de seis meses a dois anos. Doentes crônicos e mulheres no período de até 45 dias após o parto também devem receber  a vacina.
Neste ano, vão ser distribuídas 43 milhões de doses da vacina, que protegem contra três subtipos do vírus influenza: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B. Estes são os subtipos que mais circularam no inverno passado, segundo o ministério.

"A vacinação é segura e feita com o objetivo de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas de gripe devem procurar o posto de saúde, porque tem tratamento", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em nota oficial.
O objetivo, segundo nota divulgada pela pasta, é vacinar cerca de 32 milhões de pessoas pertencentes ao público-alvo. Em 2012, 26 milhões de pessoas foram imunizadas, o que representou 86,3% do público previsto no ano passado.
Com a inclusão de novos grupos na campanha de vacinação, o número de pessoas consideradas público-alvo deve aumentar em 30%, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões neste ano, diz a pasta.
Padilha ressalta que o governo federal quer estimular estados e municípios a terem uma estratégia de busca ativa das pessoas que pertencem ao grupo que pode ser vacinado. Há, inclusive, equipes que irão a abrigos atrás de idosos que podem receber a vacina, disse Padilha recentemente.
No chamado "Dia D" da campanha – uma mobilização nacional prevista para o dia 20 de abril –, o ministro deve visitar Unidades Básicas de Saúde (UBS) de São Paulo e do Rio Grande do Sul.
Novidade
A novidade de 2013 é que os doentes crônicos terão acesso ampliado a todos os postos de saúde, e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries). Para isso, é preciso apresentar apenas a prescrição médica no ato da vacinação.
Pacientes já cadastrados em programas de controle de doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) devem procurar os postos em que estão inscritos. Caso a unidade de saúde que oferece atendimento regular não tenha um posto de vacinação, a pessoa deve solicitar uma prescrição médica.
Os pacientes da rede privada ou conveniada também devem ter prescrição médica e apresentá-la nos postos durante a campanha.
DOENÇAS CRÔNICAS COM INDICAÇÃO PARA VACINA DA GRIPE
Doença respiratóriaasma moderada ou grave (em uso de corticoide), doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fibrose cística, bronquioectasia, doenças intersticiais do pulmão, displasia broncopulmonar, hipertensão arterial pulmonar e crianças prematuras com doença pulmonar crônica
Doença cardíacaHipertensão arterial sistêmica com doença associada (comorbidade), doença cardíaca isquêmica e insuficiência cardíaca
Doença renalPacientes em diálise, doença renal nos estágios 3, 4 e 5, e síndrome nefrótica
Doença do fígadoHepatite crônica, cirrose e obstrução (atresia) biliar
Doença neurológicaacidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular,
e deficiência neurológica grave
DiabetesTipos 1 e 2 em uso de remédios
ImunossupressãoBaixa imunidade congênita ou adquirida
por doenças ou medicamentos
Obesidade mórbidaGrau 3 (IMC igual ou acima de 40)
TransplantesDe medula óssea e órgãos sólidos
Sudeste
A região Sudeste, a mais populosa do Brasil, receberá 18,6 milhões de doses da vacina – só o estado de São Paulo ficará com 9,7 milhões.
Além de distribuir as doses, que custarão R$ 331 milhões, a pasta informou que repassará R$ 24,7 milhões a estados e municípios para que eles mobilizem a população e preparem as equipes de saúde da família. Segundo o ministério, a campanha terá a participação de 240 mil pessoas.
Não causa gripe
O ministro Padilha esclareceu que o vírus usado na vacina é inativo e, por isso, não causa gripe. Ele ponderou, porém, que, ao se vacinar, a pessoa pode pegar outros tipos de vírus capazes de provocar um resfriado ou uma gripe mais fraca. Existe, ainda, a possibilidade de o indivíduo se vacinar no momento em que já se contaminou com o vírus, aí a dose não terá efeito.

"Por isso, é muito importante aproveitar a campanha, que é um período em que ainda não aumentou muito a circulação do vírus da gripe do país", afirmou ele recentemente.
Dúvidas comuns
Veja as perguntas mais comuns sobre a vacina e sobre a gripe. As informações são do Ministério da Saúde e da diretora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Helena Sato.
1) Por que o Ministério da Saúde priorizou esses oito grupos?
Estudos indicam que alguns grupos da população, principalmente idosos, grávidas e crianças pequenas, correm mais risco de ter complicações em decorrência da gripe, como pneumonia, e morrer pela doença.
2) Quem se vacinou no ano passado precisa tomar a dose novamente?
Sim, já que a imunidade contra a gripe dura até um ano após a aplicação da vacina. E também porque sua composição é feita conforme os vírus que mais circularam no ano anterior.
3) O que é influenza?
A influenza é o nome científico do vírus da gripe. É uma infecção viral aguda que atinge o sistema respiratório. É de alta transmissão, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais, comuns no outono e no inverno.
4) Gripe e resfriado são a mesma coisa?
Não. A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelos vírus influenza (A, B ou C). O resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado por um rinovírus (com seus vários tipos).
Os sintomas da gripe muitas vezes são semelhantes aos do resfriado, que se caracterizam pelo comprometimento das vias aéreas superiores (congestão nasal e coriza), tosse, rouquidão, febre, mal-estar, dor de cabeça e no corpo. Mas, enquanto a gripe pode deixar a pessoa de cama, o resfriado geralmente não passa de tosse e coriza.
5) Quais os meios de transmissão dos vírus da gripe e do resfriado?
A transmissão ocorre quando as secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada são transmitidas para outra por meio da fala, da tosse, do espirro ou pelo toque, levando o agente infeccioso direto à boca, olhos e nariz do receptor.
6) A vacina contra a gripe imuniza contra o resfriado?
Não. A vacina contra a gripe protege apenas contra os três principais vírus influenza que estão circulando no país.
7) A dose tem alguma contraindicação?
A vacina não é recomendada para quem tem alergia à proteína do ovo, isto é, entre aqueles que já apresentaram forte reação alérgica pelo menos duas horas depois de comer ovo. Esse tipo de alergia é bastante rara. A vacina também é contraindicada a quem já teve reações adversas a doses anteriores a um dos componentes da vacina. Nestas situações recomenda-se passar por avaliação médica para saber se pode ou não tomar a vacina.
8) A vacina pode me causar gripe?
Não, isso é um mito. A vacina contra influenza contém vírus mortos ou apenas pedaços dele que não conseguem causar gripe. Na época em que a vacina é aplicada, circulam vários vírus respiratórios, que podem não ser os contidos na vacina para a gripe, e as pessoas podem ser infectadas por eles. Além disso, é possível pegar um resfriado.
9) Quanto tempo leva para a vacina fazer efeito?
Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre duas a três semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses.
10) Fora do período da campanha é possível me vacinar?
Não pelo SUS. Depois da campanha, só serão vacinados os presidiários e indivíduos que apresentem problemas de saúde específicos. Clínicas as privadas poderão oferecer a vacina a toda população – inclusive para quem não faz parte do grupo prioritário – desde que as doses compradas estejam registradas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
11) A vacina contra a gripe tem o mesmo efeito de um antigripal?
Não. A vacina previne contra a gripe, e o antigripal é um medicamento usado para reduzir os efeitos causados pela doença.
12) Pessoas com doenças crônicas podem se vacinar?
Sim, mas com apresentação de receita médica. Em alguns casos, como os de pacientes com doenças neurológicas, é aconselhável passar por uma avaliação médica antes da vacinação.
13) É obrigatório apresentar a caderneta de vacinação?
Não, mas o documento é necessário para atualizar outras vacinas do calendário anual. Para quem não apresentar a caderneta no momento da aplicação da dose, será feito outro cartão para o registro, que deve ser guardado para comprovar o histórico vacinal.
14) Pessoas que tomam corticoide podem ser vacinadas?
Sim, o uso não impede a imunização.
15) Quanto tempo após a vacinação eu posso doar sangue?
Uma portaria do Ministério da Saúde publicada em 2011 declarou que o doador fica inapto para doar sangue pelo período de um mês a partir da data em que foi vacinado contra o vírus da gripe. Depois desse prazo, está liberado.
Fonte:Ministério da Saúde.